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Surge o primeiro crack para o Vista SP1

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PLANTÃO INFO / 02/2008 / tecnologia

Segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008 - 19h46
SÃO PAULO – O Service Pack 1 do Windows Vista ainda não chegou. Mas já se sabe que é possível quebrar sua proteção anticópia.A informação foi publicada pelo jornalista Kingsley-Hughes, da ZDNet. Ele assegura ter obtido, sem dificuldade, a ativação de um sistema com o Vista SP1 usando um crack disponível na internet.

Naturalmente, Kingsley-Hughes não revela qual o produto nem como o obteve. Diz apenas que é muito fácil a operação. “É só baixar, rodar, esperar alguns segundos, reinicializar , e pronto”, escreve ele. Ele também deixa claro um detalhe: não sabe se essa ativação fora da lei provoca algum tipo de efeito colateral no sistema.

Liberada na semana passada para um grupo de 15 mil usuários, a versão final do Vista SP1 é prometida para lançamento público apenas em meados de março. Além disso não está pronta para todos os idiomas – somente para inglês, alemão, japonês e espanhol.

Além de corrigir uma lista de problemas no sistema, o SP1 invalida as ativações do Vista obtidas por dois métodos ilícitos. Um desses métodos consiste em oferecer ao Windows uma informação falsa, dizendo que o Vista já foi ativado na fábrica. É o chamado OEM Bios hack.

A outra técnica baseia-se em estender até 2099 o prazo de 30 dias, durante o qual o Vista pode ser usado sem ativação. O que surge agora é uma terceira brecha, não atacada pela Microsoft. Essa nova quebra da proteção anticópia mostra que a corrida de gato e rato da Microsoft com hackers e crackers ainda vai continuar.

Carlos Machado, da INFO

Reportagem completa clique aqui.

WAS - WepSphere Application Server - Parte 02

was02

A família WAS tem a mesma função do TOMCAT ou JBOSS, e são servidores de aplicações JAVA. Este produto possui atualmente três versões:

Para informações sobre a família WAS, acesse: Apresentando a família WebSphere® IBM - Parte 01WebSphere ® Application Server

Oferece uma plataforma de fundação integrada com custo reduzido para fluxos de mensagens e aplicativos de fundação.

WebSphere ® Application Server Community Edition

Fornece um servidor de aplicativos J2EE reduzido desenvolvido com a tecnologia Apache Geronimo.

WebSphere ® Application Server - Express

Fornece J2EE e Web Services para aplicativos “on demand” dinâmicos. É a versão com menos recursos.

Detalhando o WAS

Uma base poderosa suportando ON DEMAND BUSINESS

  • Oferece suporte integrado para padrões abertos de Web Services
  • Fornece compatibilidade completa com J2EE 1.3, incluindo JMS pronto para corporação
  • Fornece uma infra-estrutura avançada rica em segurança e extensível
  • Aprimora a flexibilidade através de suporte amplo entre plataformas e várias opções de configuração com uma única base de código de servidor de aplicativos
  • Aprimora a produtividade com um ambiente de desenvolvimento integrado baseado em padrões abertos
  • Oferece carga de trabalho distribuída e capacidades de armazenamento em cache para otimizar o desempenho de forma inteligente
  • Fornece uma administração baseada em um único navegador em todas as opções de implementação
  • Aprimora a disponibilidade de aplicações com sofisticada capacidade de cluster e balanceamento de carga

Fonte:

WebSphere Application Server for Developers fornece um ambiente de servidor de aplicações run-time para cada desktop de desenvolvedor.

WebSphere Application Server Network Deployment oferece serviços de implementação avançados, incluindo clusterização, serviços de ponta e alta disponibilidade para configurações distribuídas.

Esta é a versão para quem quer segurança, estabilidade e interoperabilidade.Sistemas operacionais e plataformas de hardware suportadas pelo WAS:

  • AIX
  • iSeries i5/OS V5R3
  • iSeries OS/400 V5R2
  • Linux
  • Red Hat Enterprise Linux AS 3.0 for POWER
  • SUN Solaris
  • SUSE Linux Enterprise Server 8 SP3 for POWER
  • SUSE Linux Enterprise Server 9 for POWER
  • Windows 2000
  • Windows NT
  • Windows XP

WebSphere Application Server Community Edition

O IBM WebSphere® Application Server Community Edition, versão 1.0, é um servidor de aplicativos J2EE (Java(TM) 2 Platform, Enterprise Edition) reduzido baseado no Apache Geronimo, o projeto de servidor de aplicativos de código aberto da Apache Software Foundation. Suporte técnico opcional baseado em taxas está disponível para compra na IBM.

Os principais benefícios da escolha do WebSphere® Application Server Community Edition incluem:

  • O melhor suporte mundial — Obtenha os benefícios do código aberto com a tranqüilidade de que seus aplicativos são apoiados pela IBM. Três opções de suporte da IBM (em inglês) permitem que você adquira o nível de suporte mais apropriado às suas necessidades técnicas e de negócios.
  • Início sem custos diretos — Faça o download e demonstre resultados tangíveis rapidamente e sem custos — passe por seus ciclos de desenvolvimento, teste e implementação sem nenhum custo, a menos que você escolha complementar seu conhecimento técnico.
  • Pré-integrado para economizar seu tempo e dinheiro — Componentes de linha de base são incluídos em um pacote integrado para ajudá-lo a desenvolver e implementar um aplicativo.
  • Customização para adequar-se às suas necessidades de negócios — Amplie a capacidade com recursos customizados ou opte por remover componentes desnecessários para aprimorar ainda mais o produto.
  • Foco em seus recursos críticos — Utilize a estrutura inicial da IBM para acelerar o desenvolvimento ou para gerar valor diferenciado para os seus clientes.
  • Caminho livre para recursos avançados — A IBM fornecerá um caminho para os mais avançados recursos conforme suas necessidades aumentam no decorrer do tempo, utilizando o abrangente e comprovado portfólio de produtos de middleware da família IBM WebSphere.

Dica: Sobre o WebSphere Application Server Community Edition:

É facilmente transferido por download e não há encargos para utilização do servidor de aplicativos. O código de software que pode ser transferido por download sem encargos está disponível no http://www.ibm.com/developerworks/downloads/ws/wasce/Fonte

Sistemas operacionais e plataformas de hardware apropriadas:

WebSphere Application Server Community Edition necessita do versão IBM JDK 1.4.2 or Sun JDK 1.4.2 para implementação dos produtos.

Para mais informações sobre requerimentos, acesse o site:

http://www-1.ibm.com/support/docview.wss?rs=2359&uid=swg27006834Site para download:

http://www-128.ibm.com/developerworks/downloads/ws/wasce/

Esta versão tem um diferencial que é possível usar e testar sem custos inicialmente.

WebSphere Application Server - Express

Esta é a versão mais simples e prática de instalar. No próximo artigo vamos ensinar como fazer a instalação da mesma no Linux. A versão usada será o Red hat 4. Veja as características destes produtos de acordo com o site da IBM.

Sua porta de entrada para o e-business

  • Apresenta uma solução fortemente integrada que inclui um servidor de aplicações Web simplificado, um ambiente de desenvolvimento baseado no WebSphere® Studio e samples de aplicações.
  • Minimiza os requerimentos de recursos de TI, orientação por assistente (wizard) e praticamente zero de administração.
  • Oferece migrações a outras configurações do WebSphere Application Server e WebSphere Studio.
O que há de novo no WebSphere Application Server, V6.1?

O WebSphere Application Server, V6.0 é compatível com J2EE (Java(TM) 2 Enterprise Edition) 1.4 e permite uma infra-estrutura “on demand” com os seguintes recursos chave:

  • Suporte total a J2EE em todas as ofertas
  • Suporte a diversos servidores de aplicações (V5, V5.1 e V6) para uma migração mais flexível para as versões mais recentes do WebSphere Application Server
  • Suporte para administração unificada de um ambiente WebSphere Application Server misto (V5.0, V5.1 e V6.0) para uma migração mais flexível para o WebSphere Application Server V6.0
  • WebSphere Rapid Deployment para reduzir a complexidade do desenvolvimento e implementação de aplicativos J2EE
  • Padrões Web Services adicionais acima do J2EE 1.4 para SOA (Arquitetura Orientada a Serviços)
  • Suporte a plataforma ampla, permitindo maior integração de recursos existentes e opções de plataforma de implementação

Suportando as especificações mais recentes de JavaServer Pages, Java(TM) servlet e Web Services, o WebSphere® Application Server - Express pode ajudá-lo a construir Web sites dinâmicos. É possível visualizar as informações nos bancos de dados, executar atualizações simples e criar e utilizar Web Services. Fácil instalação, funcionalidade de administração simplificada e fácil link com o back-end de banco de dados o tornam um encaixe perfeito em soluções para empresas de médio porte.

Sistemas operacionais e plataformas de hardware apropriadas são as mesmas definidas para a versão Server que foi descrito anteriormente.

Conclusão

Aprendemos um pouco sobre a linha de produtos WebSphere da IBM e com mais detalhes o WebSphere® Application Server. A grande vantagem destes produtos numa corporação é a versatilidade de funcionar em qualquer plataforma e SO. Além da garantia de suporte que é um diferencial para serem utilizados nas grandes empresas.

No próximo artigo, vamos aprender como instalar a versão Express.

Bibliografia

Todas as informações foram obtidas através do site da IBM (www.ibm.com).

Fonte:

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Garoto de 11 anos fez 1º vírus para iPhone

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PLANTÃO INFO / 01/2008 / tecnologia

SÃO PAULO - A F-Secure identificou o criador do primeiro vírus para iPhones e trata-se de um garoto de 11 anos.Segundo o blog da empresa de segurança, o garoto fazia experiências com arquivos XML até encontrar a fórmula que explora uma falha no software do telefone da Apple.

Segundo outra empresa de segurança, a Symantec, o vírus não é perigoso e se parece mais com “uma brincadeira”.

O código malicioso foi distribuído na internet com o nome de “atualização para o iPhone”. Quem instalou o pacote percebeu alterações em funcionalidades do telefone. Ao remover o pacote, o código determinava a exclusão de aplicativos como “Erica´s Utilities” e OpenSSH.

Leia também:

Primeiro vírus para iPhone deleta aplicativos (08/01/200 8)

Reportagem completa clique aqui.

De volta à CLT

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PLANTÃO INFO / 08/2007 /

Nas empresas de TI, o exército de PJs está dando lugar a funcionários com carteira assinada.

Por quase três anos, a santista Mônica Batista Rebola, de 32 anos, prestou serviços de TI para a Gedas, em São Paulo. Mônica começou fazendo análise e programação em mainframe e se envolveu em projetos para o exterior. Trabalhava como pessoa jurídica — a popular PJ. Em outubro do ano passado, Mônica foi contratada pela Gedas como gerente de serviços para projetos offshore de operações de TI. Depois de mais de uma década como prestador de serviços para a EDS, o paulista Sidnei Lopes, de 36 anos, foi registrado e agora coordena 20 pessoas como gerente de projetos da empresa em Araraquara, interior de São Paulo. A paranaense Magali Regina de Souza, de 36 anos, seguiu o mesmo caminho. Teve sua carteira de trabalho assinada pela Procwork, do Rio de Janeiro, empresa em que atuava como PJ.

Em empresas, cargos e cidades diferentes, Mônica, Magali e Sidnei trocaram a vida — e a instabilidade — da PJ pela carteira assinada. É um movimento que ganha espaço no país. Em março, a Grande São Paulo tinha 19 mil autônomos a menos e 120 mil assalariados a mais do que no mesmo mês de 2006, segundo pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) em parceria com a Fundação Seade.

Os dados do Dieese são gerais e não fazem distinção por setor. Na área de TI, o Seprosp (Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo) estima que oito mil PJs paulistas passaram a ser trabalhadores regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) só no ano passado. Os dados apontam para uma onda de desterceirização nas empresas de TI. “Há uma tendência forte e inegável pela formalização do emprego na área de TI”, afirma Antônio Carlos Rego Gil, presidente do conselho da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Software para Exportação). E há vários motivos para isso. Um deles é a queda de qualidade dos serviços, gerada pela própria natureza da terceirização.

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Quer uma vaga aqui?

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PLANTÃO INFO
/ 01/2008 / TI

Quinta-feira, 03 de janeiro de 2008 - 15h18

Descubra que tipo de profissional as dez melhores empresas para se trabalhar em TI procuram.

Pelo menos 3 600 vagas estão sendo preenchidas em 2007 nas 10 companhias de TI mais bem colocadas no Guia Você S/A Exame — As Melhores Empresas para Você Trabalhar, da revista Você S/A. E o que fazer para agarrar uma delas? De modo geral, o que essas empresas mais procuram são profissionais com boa formação técnica tanto para desenvolver aplicações como para projetos de consultoria e implantação de sistemas. Conhecer as atividades de negócio — serviços financeiros, engenharia ou manufatura, por exemplo — é uma característica valorizada, já que os projetos exigem, cada vez mais, o envolvimento da empresa de TI.

Boa parte desses projetos estão voltados para a implantação de sistemas de ERP, segurança da informação, outsourcing de TI ou, ainda, gerenciamento eletrônico de documentos. Mas há vagas para profissionais em praticamente todas as áreas de tecnologia — a demanda por serviços vem crescendo nas dez empresas de TI da lista do Guia Você S/A Exame.

A Accenture é uma delas. “Hoje temos 800 vagas no Brasil, tanto para profissionais de TI como de áreas de negócios relacionadas com as ferramentas de ERP, especialmente Oracle e SAP”, afirma Rodolfo Eschenbach, executivo responsável pela área de human performance da Accenture. Com 6 mil funcionários no país, a empresa procura desenvolvedores e programadores em Java, .NET e ABAP, que vão fazer adaptações e até escrever alguns programas para os clientes. Além disso, há vagas para especialistas em infra-estrutura de TI e telecomunicações, capazes de fazer o desenho e a implantação de redes e até de data centers.

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Configurações de performance no SQL Server 2005

Sql 2005

Para obter o máximo de performance, DBAs configuram o SQL Server para atender às suas necessidades de negócio e muitas vezes acabam alterando configurações de forma equivocada. Neste artigo, iremos tratar sobre as principais configurações utilizadas para se obter uma boa performance no banco de dados SQL Server 2005, além de conhecer regras básicas utilizando configurações de desempenho, sem muito esforço em alterações na estrutura do banco de dados.

Introdução

Se você é um DBA iniciante e está procurando uma boa configuração para não ter problemas de performance, ou se é um DBA experiente que conhece várias maneiras de configurar um banco de dados no SQL Server 2000, mas não conhece as novas configurações utilizadas no SQl Server 2005, vale a pena conhecer as principais chaves de configuração listadas neste artigo. No SQL Server 2000 já havia um grande número de configurações que poderiam ser alteradas, um total de 36; mesmo com este grande número, muitos DBAs se achavam impossibilitados de alterar algumas opções do banco de dados que eram desejáveis de configurar. Pensando nisso, a Microsoft resolveu liberar mais 27 novas configurações para o SQL Server 2005, chegando a um total de 63.

Conhecendo as configurações

A maneira mais fácil de se obter uma lista das configurações que o banco de dados possui é executando uma store procedure de servidor chamada SP_CONFIGURE . Esta store procedure irá listar configurações que estão sendo utilizadas atualmente no banco de dados e seu resultado pode variar dependendo de cada servidor ou versão do SQL Server.

Como exemplo, abra o SQL Server Management Studio, clique no botão New Query para ativar o Query Editor, digite e execute o seguinte comando:

EXEC SP_CONFIGURE

Este comando irá listar as seguintes configurações. Figura 1:

Configurações do servidor SQL Server 2005

Resultado da consulta disparada pela store proceure SP_CONFIGURE.Resultado da consulta disparada pela store proceure SP_CONFIGURE.Resultado da consulta disparada pela store proceure SP_CONFIGURE.

Repare que para cada configuração, temos cinco colunas de informações:

Name : nome da configuração.

Minimum : valor mínimo para a configuração listada.

Maximum : valor máximo para a configuração listada.

Config_value : valor configurado.

Run_value : valor que está sendo executado. Pode ser que o valor que está sendo executado não seja o valor configurado; isto acontece porque determinadas configurações, quando alteradas, só entrarão em vigor após o servidor ser reiniciado.

Nota: Na maioria das configurações, o valor pode ser definido como 0 (zero) ou 1 (um), que podem significar habilitado ou desabilitado, mas esta regra não se aplica a todos os casos.

Alterando uma Configuração

A store procedure de servidor SP_CONFIGURE, além de exibir as configurações, pode ser utilizada também para alterá-las. A sintaxe para alterar uma configuração é a seguinte:


SP_CONFIGURE [`nome da configuração`], [novo valor a ser configurado]
GO
RECONFIGURE WITH OVERRIDE
GO

[`nome da configuração`] - nome da configuração que deseja alterar. Estes nomes são os mesmos listados na coluna Name quando executamos o comando EXEC SP_CONFIGURE.

[novo valor a ser configurado] - o novo valor a ser configurado. Lembrando que, mesmo utilizando o comando RECONFIGURE WITH OVERRIDE, algumas configurações serão executadas apenas ao reiniciar o servidor.

Como exemplo, vamos alterar a configuração clr enabled para desabilitar o suporte ao CLR (common language runtime) no banco de dados, alterando o valor de 1 para 0. No Query Editor, digite:

SP_CONFIGURE `clr enabled`,0
GO
RECONFIGURE WITH OVERRIDE
GO

Para conferir se o valor 0 foi configurado, podemos executar um comando que traga apenas dados sobre a configuração clr enabled. Neste caso, basta disparar a mesma store procedure, incuindo apenas o nome da configuração que deseja verificar. No Query Editor, digite:

SP_CONFIGURE `clr enabled`

Como resultado, serão exibidas somente as informações desta configuração. Figura 2:

Resultado da consulta a configuração clr enabled.Resultado da consulta a configuração clr enabled.Resultado da consulta a configuração clr enabled.

Configurações importantes

Dentre as configurações listadas através da store procedure de servidor SP_CONFIGURE, vale aqui destacar algumas configurações importantes para o conhecimento e manutenção do banco de dados, as quais permitem obter um ganho considerável em performance. São elas:

1) Recovery interval

Altera o intervalo de recuperação. Se o seu SQL Server é muito ativo, recebendo uma carga enorme de transações, e mantém o monitor de performance em 100% na maior parte do tempo, esta é uma boa configuração a ser alterada. Por padrão, o SQL Server tem o valor 0 nesta configuração, o que significa que o SQL Server terá até 1 minuto para realizar uma recuperação após ter que ser reiniciado, o que pode não ser suficiente. Para este caso, podemos aumentar este intervalo para 5 minutos, como no exemplo abaixo:

exec SP_CONFIGURE `recovery interval`,5
GO

O SQL Server irá solicitar o comando RECONFIGURE para concluir a operação. A sintaxe para este comando é a seguinte:


RECONFIGURE WITH OVERRIDE
GO
2) Network Packet Size

Altera o tamanho padrão de pacotes enviados. O tamanho padrão é de 4096 bytes para cada pacote. Esta configuração pode ser alterada para um valor maior, quando a sua aplicação armazena e trafega com freqüência dados com um grande número de bytes, como por exemplo imagens e longos trechos de texto. Aumentando o número de bytes, temos menos pacotes trafegados e assim aceleramos o tráfego na rede. Por outro lado, se o banco trafega dados em pouca quantidade de bytes, aumentar o tamanho dos pacotes pode ser prejudicial. O exemplo abaixo altera o tamanho do pacote de dados para 6000 bytes:

exec SP_CONFIGURE `network packet size`,6000
GO
RECONFIGURE WITH OVERRIDE
GO
3) Min Memory Per Query

Altera o valor mínimo de memória para cada query. O valor mínimo padrão é 1024k, e pode ser aumentado somente quando o servidor possui muita memória RAM disponível e se existe a certeza de que as queries disparadas ocupam um valor bem maior que 1024kb, ou seja, as chamadas consultas “pesadas”.

O exemplo abaixo altera o valor mínimo por query para 3072k.


exec SP_CONFIGURE `min memory per query`,3072
GO
RECONFIGURE WITH OVERRIDE
GO
4) Max Degree Of Parallelism

Altera o grau máximo de paralelismo. O que é paralelismo? Paralelismo é capacidade do Query Optimizer de usar múltiplas CPUs para executar uma única consulta. Por padrão, o valor 0 indica que o paralelismo está ativado e pode usar os CPUs existentes no servidor. Se você alterar esta definição para 1, o paralelismo é desativado para todas as CPUs. Devemos desativar o pararelismo somente quando for desnecessário o uso de CPUs múltiplos para executar uma consulta.

O exemplo abaixo ativa o pararelismo no servidor, caso ele esteja com o valor 1 (desativado).

exec SP_CONFIGURE `max degree of parallelism`,0
GO
RECONFIGURE WITH OVERRIDE
GO
5) Priority Boost

Altera a prioridade dos processos referentes ao SQL Server no Servidor. Aqui temos uma configuração muito interessante: os processos oriundos do SQL Server terão uma prioridade maior de execução do que os de outros aplicativos no servidor, podendo ser utilizado quando temos a certeza de que existem no servidor outras aplicações rodando além do SQL server, e que sejam aplicações com baixo grau de importância quanto à performance. Apesar de parecer um grande negócio, o ganho em performance é quase imperceptível, mas pode valer a pena nas circustâncias citadas. Não utilize-o quando temos somente o SQL Server rodando no servidor.

O valor padrão é 0, mas pode ser habilitado para 1 e assim definir o grau de prioridade maior. Segue a sintaxe:

exec SP_CONFIGURE `priority boost`,1
GO
RECONFIGURE WITH OVERRIDE
GO
6) Max Server Memory e Min Server Memory

Configuram o valor máximo e mínimo de memória para um servidor SQL, respectivamente. Esta opção pode ser interessante quando, no servidor onde reside o SQL Server, existirem aplicações que em determinados momentos consomem muita memória, deixando pouca memória para o SQL Server. Caso o seu banco de dados seja a única aplicação no servidor, aconselha-se não alterar estas configurações e deixar, por exemplo, o valor padrão 0 para o mínimo de memória, que significa auto-ajustável. O exemplo abaixo altera o mínimo de memória para 2 MB.

exec SP_CONFIGURE `min server memory (MB)`,2
GO
RECONFIGURE WITH OVERRIDE
GO	
7) Index Create Memory

Define o tamanho de memória utilizado para criação de índices. O valor padrão de 0 diz para o SQL Server determinar automaticamente o valor ideal a ser utilizado. Em praticamente todos os casos, SQL Server irá configurar a quantidade de memória otimizada. Em outros casos, pode acontecer de um índice ocupar espaço demais em uma tabela e tornar as consultas lentas. Somente se essa ocorrência for verificada, é que torna-se importante definir um espaço em memória para os índices.

O exemplo abaixo fixa o espaço de 2048k em memória para criação de índices.

exec SP_CONFIGURE `index create memory`, 2048
GO
RECONFIGURE WITH OVERRIDE
GO
8) Nested Triggers

Configura o uso ou não de triggers aninhados. Por padrão é configurada a opção 1, que significa que o uso de triggers aninhados está ativo. Sabemos que eles consomem uma boa parte do processamento de uma transação, então caso deseje que os desenvolvedores não use estes tipos de triggers, basta setar esta configuração para o valor 0. Lembre-se que caso optar por desabilitar este tipo de trigger, você estará ganhando em performance, porem pode prejudicar a lógica e flexibilidade da aplicação. A sintaxe para desativar triggers aninhados é a seguinte:

exec SP_CONFIGURE `nested triggers`, 0
GO
RECONFIGURE WITH OVERRIDE
GO
9) Query Governor Cost Limit

Configura o limite de custo de uma consulta. Esta opção é uma das poucas que normalmente sofrem alterações por parte dos DBAs, pois permite que seja gerenciado o tempo em segundos para uma consulta ser disparada. O valor padrão para essa configuração é 0, o que significa que não há limites para quanto tempo uma consulta pode ser executada. Deixar o banco de dados sem limite de tempo para consultas pode ser perigoso para consultas lentas, principalmente quando há diversos usuários simultâneos acessando o banco de dados. Por outro lado, com um tempo em segundos limitado, os desenvolvedores serão levados a criar consultas mais rápidas. O exemplo a seguir configura o tempo de consultas para 100 segundos.

exec SP_CONFIGURE `query governor cost limit`, 100
GO
RECONFIGURE WITH OVERRIDE
GO	

Configurações Avançadas

O SQL Server 2005 é um SGBD onde a maioria das configurações já vêm ajustadas para se obter a melhor performance possível. Elas podem ser alteradas conforme a regra de cada negócio, mas no geral é aconselhável que se mantenha o valor padrão já configurado no banco. As configurações avançadas só permitem serem alteradas quando a configuração show advanced options estiver setada com o valor 1. Segue a listagem de algumas configurações onde na maioria dos casos aconselha-se a manter o valor padrão:

1) Awe Enabled

Esta é uma configuração utilizada somente caso o SQL Server 2005 esteja rodando em um ambiente de 32 bits. Se o servidor onde o SQL Server reside possui 4GB de memória RAM ou menos que isto, então aconselha-se manter o valor padrão, que é 0 (zero), fazendo com que a memória AWE (Advanced Windowing Extensions) não seja utilizada.

A API AWE permite executar aplicações que foram desenvolvidas para usar mais de 4 GB de memória RAM no Windows 2003 Enterprise Server ou Windows 2003 Datacenter Server. Lembrando que se o sistema operacional for Windows 2003 Enterprise Server, tanto o SQL Server 2005 Standard como o Enterprise Editions podem usar até 32 GB de memória RAM. Se o sistema operacional for Windows 2003 Datacenter Server, estes dois SGBDs podem utilizar até 64GB de memória RAM.Porque não alterar: Atenção nesta configuração, porque ela pode possuir valores configurados de formas diferentes para cada versão do SQL Server e também do sistema operacional. Para aplicações de pequeno e médio porte, onde não seja necessário o uso de mais de 4GB de mamória RAM, aconselha-se utilizar o valor 0.

2) Affinity I/O Mask

A Affinity I/O Mask permite que possamos configurar um conjunto de CPUs multiprocessadas para um servidor. O valor a ser configurado depende do número de CPUs a serem utilizadas, conforme a tabela a seguir. Tabela 1:

Valor Descrição

Opções da configuração Affinity I/O Mask.Opções da configuração Affinity I/O Mask.Opções da configuração Affinity I/O Mask.

Porque não alterar: como padrão, esta configuração vem armazenada com o valor 0 (zero). Este valor significa que o SQL Server está programado para ser executado em qualquer número de CPUs disponíveis.

3) Affinity Mask

Se o Affinity I/O Mask informa o número total de CPUs utilizadas no servidor, é o Affinity Mask que define quais processadores o SQL Server usará, podendo por exemplo escolher 4 entre 6 processadores disponíveis. Isto pode ser interessante em servidores que rodam múltiplas instâncias do SQL Server ou outros aplicativos, onde você pode definir que processador utilizar para cada aplicativo.

Porque não alterar: não é interessante alterar o Affinity Mask caso você tenha somente o SQL Server rodando em um servidor. O valor padrão para Affinity Mask é 0 (zero); isto permite utilizar um algoritmo do sistema operacional específico para determinar que thread executar em que CPU, e quando mover um thread de uma CPU para outra CPU.

Conclusão

Alterar as configurações do SQL Server pode ser uma ótima maneira para obter um desempenho, porém requer um considerável conhecimento da estrutura e funcionamento do banco de dados. Isto é bom, já quando conhecemos estas configurações podemos utilizá-las para adaptar a cada negócio; mas também pode ser perigoso, pois uma série de recursos que foram por default configurados para uma boa performance podem ser alterados de forma errada, gerando gravíssimos problemas no banco de dados. O ideal é realizar as alterações de configuração em um servidor teste e, caso haja sucesso, implementá-las no banco de dados em produção.

Reportagem completa clique aqui.

Apresentando a família WebSphere® IBM - Parte 01

IBM - Java

A IBM tem uma grande vantagem competitiva em relação a outras empresas por oferecer seus produtos multiplataforma. Vamos conhecer hoje uma suíte de aplicativos que nos é oferecida para integrar de forma completa suas aplicações.”O software WebSphere® fornece uma gama completa de recursos de integração de negócios e infra-estrutura de aplicativos para conectar pessoas, processos e informações.” É um software de infra-estrutura para integração e aplicação.Fonte: http://www.ibm.com/br/linux/software/websphere.phtmlA grande vantagem da família WebSphere® é que existem versões para:

  • Linux
  • AIX
  • HP-UX
  • Z/OS (Mainframes) e outras versões.
  • Windows

O foco dos próximos artigos será no WAS - WebSphere® Application Server. Onde aprenderemos a disponibilizar uma aplicação Java. Semelhante ao Tomcat. Veja artigo Configurando e instalando o Java com Tomcat no Linux

Produtos que compõem o WebSphere® para Linux:

  • WebSphere® Application Server
  • WebSphere® Commerce
  • WebSphere® Studio
  • WebSphere® MQ para Linux
  • WebSphere® Portal
  • WebSphere® Business Integration Server Foundation
  • Websphere® Message Broker
  • WebSphere® Enterprise Service Bus

Descrição dos produtos:

WebSphere® Application Server

Fornece um servidor de aplicativos baseado em Java(TM) no Linux, que suporta padrões abertos, como J2EE (Java(TM) 2 Enterprise Edition), e serviços da Web, como SOAP e UDDI. A grande vantagem do WebSphere® Application Server (WAS) é que existem versões para diversas plataformas. Isto significa que as aplicações feitas para funcionar no WAS podem ser executadas no Linux, no Windows ou Z/OS. Perceba a portabilidade. Hoje a tua empresa usa servidores com o Windows e WAS e quiser começar a fazer testes para Windows? Não tem problemas para fazer os testes nem a migração. Um produto similar baseado em software livre é o Tomcat do projeto Apache.

WebSphere® Commerce

Fornece o toolkit e um ambiente de e-commerce pronto para ativar rapidamente com função total em Linux, construindo sobre a base do WebSphere® Application Server e do DB2®.

WebSphere® Studio

Fornece vários recursos para organizações que desejam desenvolver em Java(TM), COBOL, PL/I e outras linguagens; se sua organização estiver desenvolvendo aplicativos Java(TM) e J2EE (Java(TM) 2 Enterprise Edition), você pode utilizar o WebSphere® Studio Site Developer (em inglês) e o WebSphere® Studio Application Developer (em inglês). Em abril de 2004, o IBM WebSphere® Studio ganhou o prêmio Best Linux Developer Tool no Linux User & Developer Awards 2004.

WebSphere® MQ para Linux

Permite a integração de aplicativos, ajudando os aplicativos de negócios a trocar informações entre diferentes plataformas, enviando e recebendo dados como mensagens.

WebSphere® Portal

Permite que as pessoas interajam com o mundo “on demand” de maneira personalizada, obtendo automaticamente as informações dinâmicas necessárias e permitindo que executem processos de negócios em aplicativos críticos.

WebSphere® Business Integration Server Foundation

Estende e integra os recursos existentes de TI, utilizando uma plataforma de integração de última geração otimizada para construir e implementar aplicativos compostos.

Websphere® Message Broker

Fornece conectividade e transformação de dados universal para aplicativos e serviços com base em padrões e não-padrões.

WebSphere® Enterprise Service Bus

Fornece conectividade de serviços da Web, sistema de mensagens JMS e integração orientada a serviços para fortificar sua Service Oriented Architecture.

Fonte: http://www.ibm.com/br/linux/software/websphere.phtml

Obs: os nomes dos produtos da IBM são alterados de nomes. Então, sempre consulte o site da IBM na seção específica.

Para maiores informações, visite o site da IBM.

www.ibm.com

Conclusão

Hoje conhecemos uma linha de produtos da IBM. Estes produtos são usados em grandes corporações no mundo. Existe atualmente uma demanda por profissionais qualificados nestes produtos. No próximo capítulo, vamos conhecer o WAS.

Reportagem completa clique aqui.

Google Maps mobile mostra sua localização sem o uso de GPS

Google maps

A equipe da Google Maps (para dispositivos móveis) lançou na semana passada uma nova e interessante ferramenta que mostra a localização do usuário mesmo que o aprelho usado não possua GPS. A ferramenta é chamada de “My Location” e funciona usando dados obtidos de antenas próximas ao usuário para determinar sua localização no mapa.

Se o usuário está perdido, precisa encontrar uma localidade ou direções de sua posição, o My Location permite que ele abra o aparelho móvel e resolva todos estes problemas sem ter que recorrer a ajuda de outros.

Group Policy no Windows 2003

A Group Policy surgiu efetivamente no contexto Microsoft com o Windows 2000. Uma Group Policy nada mais é do que um conjunto de configurações relacionadas à segurança e configurações de restrição para ambientes coorporativos. Nessas últimas semanas vinhamos discutindo sobre domínios e Active Directory. E é justamente neste contexto que podemos inserir a Group Policy.

Vocês se lembram de quando começamos a discutir o conceito da utilização de domínios, de como nossa vida seria facilitada se podessemos não apenas ter nossas contas de usuários gerenciadas de maneira centralizada, mas além disso poder realizar uma série de configurações às mesma também de maneira centralizada? É aí que chegamos na Group Policy. O mesmo conceito introduzido no Windows 2000 é o que vamos aplicar ao Windows 2003. A única diferença é que temos um número maior de possibilidades no 2003. Mas vamos começar pelo começo… (Hoje eu estou muito óbvia né?) =o)

Suponhamos tal situação: Temos que proibir o acesso ao comando “Run” do menu Start para todos os nossos usuários. Imaginem que tenhamos quinhentos usuários… Uma tarefa quase que impraticável de ser realizada em cada máquina. (Eu pessoalmente acho que o custo gerado com isso acabaria não valendo a pena). Então ficamos em um beco sem saída, certo? Errado. Se tivermos a nossa estrutura de domínio implementada, ao invés de ser uma tarefa impossível torna-se até relativamente fácil! Vamos ver como poderiamos fazer isso.

Vamos começar pelas primeiras decisões a serem tomadas. Nunca devemos aplicar a Group Policy sem que haja um planejamento de como e onde isso será feito. Então vamos pensar… Onde temos que implementar essas configurações? Em todo o nosso domínio. Para quem temos que aplicar essas configurações? Para todos os nossos usuários. Então chegamos à brilhante conclusão: Temos que criar uma Group Policy a nível de domínio e consequentemente aplicá-la a todos os usuários. Agora ficou fácil!

Vamos então em Active Directory Users and Computers: (Start -> Programs -> Administrative Tools -> Active Directory Users And Computers

Agora vamos clicar com o botão direito no nosso domínio (empresa1.com.br) e depois em propriedades.

Vamos na aba Group Policy, clicamos na policy “Default Domain Policy“, e em “Edit” (Precisamos editar a policy para poder realizar as configurações necessárias!!). Feito isso é aberto o snap-in “Group Policy“:

Agora para podermos remover o comando Run do menu Start precisamos habilitar essa configuração. Para isso clicamos em “User Configuration”, “Administrative Templates”, “Start Menu and Taskbar”:

E agora clicamos no item do painel à esquerda “Remove Run From Menu Start“:

Agora devemos dar dois cliques nesse item e vamos configurar suas propriedades, clicando em Enabled:

Pronto, nossa configuração já está feita! Agora é só clicar em OK!

Só que as configurações são atualizadas somente de 120 em 120 minutos ou quando reinicializamos a máquina. Para forçar essa atualização, existe um comando que pode nos ajudar!!

Para executá-lo, vamos em “Run” e digitamos “gpupdate“:

Só clicar em OK. Já atualizamos as configurações. Agora é só dar um “logoff” e se logar novamente.

Não vou me atrever a falar de todas as policies agora pessoal, senão ficaria aqui escrevendo até o final do ano (sem pausas)!!! =o) Mas caso seja necessário fazer qualquer outra configuração, os procedimentos são os mesmos que realizamos, só que a configuração escolhida deve ser a que for necessária!

Além de podermos aplicar Group Policy no domínio, também é possivel fazer isso a nível de OUs. Por exemplo, suponhamos que seja necessária uma configuração somente para o departamento de vendas de sua empresa. Se ele tiver um OU, com as contas de usuáriso e computadores naquela OU, ficou moleza!!! Fazemos novamente os mesmos procedimentos, só que ao invés de irmos nas propriedades do domínio, vamos nas propriedades da OU escolhida.

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Polícia Rodoviária Federal.

PRF: concurso para 340 vagas está autorizado.

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, já assinou a autorização do concurso para a Polícia Rodoviária Federal (PRF), com oferta de 340 vagas de nível médio. A informação foi dada na última quarta-feira, dia 15, pelo coordenador de Ensino da PRF, inspetor Neemias Carvalho, que aguarda a publicação da autorização no Diário Oficial, nos próximos dias. “O concurso está autorizado, agora a próxima etapa será a contratação da empresa organizadora”, explicou Carvalho.

Essas primeiras 340 vagas de um pacote de 13.668 que a PRF pretende preencher serão destinadas ao cargo de policial rodoviário federal, nos estados do Pará (204) e Mato Grosso (136), cujos vencimentos são de R$5.085. Além do ensino médio completo, os interessados devem ter carteira de habilitação na categoria “B”. Residentes de outros estados que quiserem participar da seleção poderão ingressar na PRF e, depois de três anos, solicitar transferência para outros lugares.

No início de julho, Carvalho disse à FOLHA DIRIGIDA que o edital já está bem adiantado. A primeira fase do concurso será composta por prova objetiva de Língua Portuguesa, Informática, Noções de Direito Constitucional e Legislação de Trânsito. Outras áreas do Direito ainda poderão ser incluídas no programa. Em seguida, haverá redação, exame de capacidade física, exames médicos e avaliação psicológica.

A PRF também já tem orçamento para preencher outras mil vagas para policiais rodoviários federais em 2008, segundo Carvalho. Essas vagas fazem parte de um pacote com dez mil oportunidades que precisam ser criadas por lei e aprovadas pelo Congresso Nacional. No dia 30 de agosto deve ser concluída a proposta que será encaminhada para votação. Carvalho explicou que a expectativa é de que o projeto seja votado já no mês de setembro. Essas vagas devem contemplar os 11 estados que fazem parte do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci): Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, além do Distrito Federal.

O Congresso também precisa aprovar a criação de 3.328 vagas para a área administrativa da PRF, sendo 2.400 para suprir a demanda nacional e outras 928 destinadas ao programa de desterceirização do governo federal. A remuneração será de R$2.200 (nível médio) e R$3 mil (nível superior), e a PRF já definiu a distribuição das 2.400 vagas.

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Tabela de Vagas - PRF